O peito que sempre desejou

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O peito que sempre desejou

Saiba como consegui-lo com os tratamentos certos. Esclareça todas as suas dúvidas neste artigo.

Texto: Cláudia Pinto
Fonte: https://lifestyle.sapo.pt/moda-e-beleza/beleza-e-estetica/artigos/o-peito-que-sempre-desejou

Continua a ser uma das cirurgias mais requisitadas, sobretudo por mulheres insatisfeitas com o seu tamanho natural. No entanto, quando as mulheres decidem submeter-se a um aumento mamário, devem ter expetativas reais e bem definidas.

Se pretende ter o peito com que sempre sonhou, informe-se, escolha um cirurgia plástico devidamente certificado e avance sem medo.

A mamoplastia tem como objetivos «aumentar mamas pequenas ou mamas que sofreram atrofias ou diminuição após a gravidez, corrigir mamas assimétricas ou reconstruir mamas que sofreram mastectomia em consequência de tumores, o que é muito frequente», defende António Conde, cirurgião plástico. Todas as mulheres saudáveis, sem limitação precisa de idade, podem submeter-se a esta cirurgia.

«Devidamente contextualizado, poder-se-á indicar o procedimento a uma rapariga de 15 a 16 anos com a devida autorização dos pais ou a uma mulher de 60 ou mais anos», adianta António Conde. De uma forma simples, com riscos mínimos, e um período de recuperação pequeno, «a mulher resolve um problema que pode ser bastante incómodo», acrescenta o cirurgião plástico.

A escolha do cirurgião

É fundamental que a mulher esteja completamente segura em relação à intervenção a que se vai submeter. Para isso, é também crucial saber quem a vai operar e onde decorrerá a cirurgia. António Conde alerta para o facto de, hoje em dia, existir muita publicidade que pode induzir escolhas erradas. «Todos temos conhecimento de clínicas onde são operadas doentes por médicos não especialistas em cirurgia plástica e que existem clínicas não devidamente certificadas para procedimentos cirúrgicos», refere.

O cirurgião plástico aconselha as suas doentes a não escolherem determinado especialista ou clínica tendo como fator prioritário o preço. «Esse deve ser o último critério de escolha. Sou de opinião que as doentes estarão bem mais seguras sendo operadas por um especialista num hospital onde haja assistência médica e de enfermagem 24 horas por dia, unidade de cuidados intensivos e os restantes critérios que atualmente certificam os hospitais idóneos. É mais caro, sem dúvida, mas a diferença de preços terá de ter uma razão», reforça.

As pacientes operadas pelo cirurgião plástico António Conde passam por duas consultas essenciais para que todo o procedimento seja explicado com calma. São também solicitados nestes momentos exames de rotina pré-operatórios. A informação obtida por estas vias é fundamental e pode mesmo condicionar o trabalho do especialista, que tem o dever de analisar pormenorizadamente todos os elementos conseguidos por este meio.

Quem não pode ser operada?

Todas as mulheres que sofram de doenças psíquicas graves ou de determinadas patologias orgânicas, têm contra-indicação para procedimentos cirúrgicos dispensáveis.

Entre estas doenças incluem-se, por exemplo, estados infeciosos, diabetes descompensada, doenças metabólicas graves, insuficiências renais e insuficiências cardíacas.

António Conde alerta também para o facto de constituir igualmente uma contra-indicação «doentes com expectativas inadequadas».

Entre esses incluem-se pessoas que «não aceitam a existência de qualquer cicatriz ou o risco de complicações bem como, ambicionarem resultados impossíveis ou altamente improváveis de obter», exemplifica António Conde.

Cuidados pré-operatórios

Antes da cirurgia recomenda-se que a paciente deixe de fumar e de tomar aspirina ou fármacos que contenham ácido acetilsalicílico, já que esta substância afeta o tempo de sangramento e a coagulação. É também recomendada a interrupção da toma medicamentos para emagrecer e o consumo de bebidas alcoólicas, no período de 10 dias antes da cirurgia.

Qualquer alteração no estado físico (gripes ou indisposições) deve ser comunicada de imediato ao médico. Na véspera da intervenção, a paciente deve optar por refeições leves e fazer jejum absoluto a partir da meia-noite do dia da cirurgia. «é ainda recomendável que a doente tenha os seus cuidados de higiene habituais, mas intensificados, nas vésperas do procedimento», indica António Conde.

A intervenção passo a passo

A mamoplastia consiste na introdução de próteses de silicone, geralmente bem toleradas pelo organismo. De acordo com a indicação e expectativa da paciente, escolhem-se os diversos tamanhos e formatos existentes no mercado com o devido aconselhamento do cirurgião plástico.

A incisão a usar é definida e combinada com a doente. «Na minha prática uso 90 das vezes a abordagem axilar porque entendo que a mama deverá ficar imaculada», salienta António Conde. A incisão tem, em média, quatro cm de extensão e é colocada numa ruga axilar.

«Por aí aborda-se o espaço retroglandular e coloca-se o implante. na maioria das vezes evito o espaço retromuscular por entender que a cirurgia é mais agressiva e por temer o mau posicionamento da prótese que insidiosamente poderá vir a ocorrer», explica António Conde. Encerram-se as incisões com suturas internas não sendo por isso necessário remover pontos posteriormente. são colocados drenos por um período de dois dias.

Quanto tempo demora a cirurgia?

A doente tem alta ao final do dia quando operada de manhã ou no dia seguinte se a cirurgia ocorrer no período da tarde. O tempo médio da cirurgia é de 30 minutos a uma hora (no caso da mamoplastia de aumento).

«As duas cicatrizes na aréola ou no sulco inframamário que existem quando se aborda diretamente a mama podem ser denunciadoras do procedimento, por um lado, e podem eventualmente ser mais agressivas no que diz respeito à normal arquitetura do tecido mamário e até à sua funcionalidade, particularmente na abordagem areolar» esclarece o cirurgião plástico.

Cuidados pós-operatórios

Existem algumas precauções que as doentes devem ter após a cirurgia para diminuir o risco de complicações e para que os resultados sejam os esperados:

A paciente poderá retomar a sua atividade profissional (quando não são exigidos grandes esforços físicos) três dias depois. «Durante um mês aconselha-se sempre tratamentos de massagem e a aplicação de cremes apropriados. prescrevo também o uso de um soutien específico por um período de dois meses», adianta António Conde.

É pouco comum haver dor intensa no pós-operatório. «No caso de queixas, estas podem ser controladas com analgésicos», assegura o cirurgião plástico. Durante uma semana, a paciente deve, no entanto, evitar levantar ou abrir os braços e dormir de bruços. Os edemas e equimoses são comuns mas vão desaparecendo com o passar do tempo.

Ao longo de seis meses, e em média, a paciente deverá ir a duas consultas. «O resultado, em termos de aumento, é logo percetível no pós-operatório imediato. segue-se um período variável de duas a três semanas de reabsorção de edemas e/ou equimoses ligeiras e diminuição da tensão cutânea, pelo que, quando passaram 30 dias, podemos começar a ver um resultado estável», refere o especialista.

Riscos e complicações

Hoje em dia, com os avanços técnicos e científicos, as complicações e os riscos são mínimos mas pode ocorrer, por exemplo, a perda de sensibilidade temporária ou a hipersensibilidade do mamilo. «Em alguns casos pode haver um encapsulamento (retração da cápsula fibrosa que envolve a prótese) em consequência da cicatrização interior excessiva.

Essa complicação provoca o endurecimento da mama que resulta em desconforto para a paciente. Para prevenir essa situação são recomendadas massagens orientadas pelo médico ou procedimentos médicos e cirúrgicos», refere António Conde. A ocorrência de complicações é rara, desde que a paciente siga a medicação e as orientações recomendadas pelo médico.



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